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    LEGISLATURA 2017-2020
    Presidente Atual
    José Edivaldo Petinatti
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História do Municipio
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História

O município levou o nome de uma santa(alemã), para homenagear a nora do fundador da Estrada de Ferro Araraquarense, Carlos Batista de Magalhães, que lá implantou uma estação. Ernestina Reis de Magalhães, foi casada com o "barão do café" Carlos Leôncio de Magalhães, o maior cafeicultor do Brasil no início do século XX. Com ele teve 8 filhos: Maria José, Carlos, Oswaldo, Ernestina, Maria Cecilia, Paulo, Adelaide e José Carlos Reis de Magalhães. A grande dama, senhora de excelsas virtudes cristãs, nasceu no Rio de Janeiro, em 1876, filha de José Monteiro Reis e Adelaide Monteiro Palha, viveu na lendária Fazenda Cambuhy em Matão, entre 1900 e 1914, e faleceu em São Paulo, em 1968.

A referida Estação Ferroviária, inaugurada em 2 de abril de 1901, que é o "berço" da cidade, foi construída para favorecer o escoamento do café, oriundo da fazenda de Carlos Magalhães, que ficava na região. Na época, quase não havia moradores no lugar, destacavam apenas dois: Manoel de Almeida Rollo e João Lourenço Leite, o qual doou terras para um pequeno loteamento. No entanto, para identificar a parada do trem, foi posto a princípio, o nome de "Estação Ernestina". Logo em seguida, começou a formar um povoado ao redor da estação, o qual foi batizado como "Vila de Santa Ernestina", que depois passou a Distrito de Taquaritinga.

 

Desenvolvimento econômico

Após a construção da estação férrea, Santa Ernestina começou a desenvolver-se e alcançou seu apogeu entre os anos de 1930 e 1940, quando anualmente embarcavam milhares de sacas de café beneficiado, em trens especiais e fretados com destino à S.Paulo depois, ao porto de Santos.

Na época dos embarques, podia observar-se um intenso trânsito de veículos como: carroças, carroções, carros de boi e alguns caminhões da época, os quais traziam o café, oriundo das fazendas que circundavam Santa Ernestina e, se acumulavam ao redor da estação, desembarcando e recolhendo no armazém interno e às vezes, carregavam as milhares de sacas, diretamente nos vagões do trem.

E assim, a "Vila" (como era chamada) progrediu no auge do Café, onde os fazendeiros e colonos faziam suas compras no Armazém dos Messa Puerta e o "Ranca Toco", foi formado por colonos meeiros da tradicional Fazenda Água Santa. Apesar do café, ter sido a principal atividade agrícola no passado, acabou substituído pela citricultura a partir dos anos 60, a qual Santa Ernestina era conhecida como a "Terra da Laranja", por fim, acabou também cedendo esse cultivo, pelo plantio de cana, que se fortaleceu e predomina até os dias atuais.

Em 1964, emancipou-se como município, sendo comemorado seu aniversário, todo 21 de março de cada ano. Recebeu também, o cognome de "Cidade Alegria". A economia da cidade atualmente gira em torno da Usina Sucroalcooleira do Grupo Raízem, que é a maior fonte de emprego da cidade. E tambem do comércio da cidade.

 

 

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